quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ler, aprender, crescer, praticar, ajudar, recomeçar... E o ciclo se renova!

Eu fui uma vergonha no ano de 2014. Li um único livro durante todo o ano. E ainda levei quase seis meses par ler (livro pequeno, ok?!). Sempre tinha a desculpa de que o dia foi muito puxado e não conseguia ler, porque dormia...

Depois de passar por um ano de algumas turbulências pessoais, e de tomar algumas decisões que me auxiliarão muito em um futuro breve (acredito muito nisso), fiz uma listinha de alguns livros que quero ler este ano.

Livros de diversos assuntos, livros que te fazem pensar, repensar, inspirar, criar. Dizem que a leitura faz isso com a gente... Aumenta o vocabulário, aumenta a criatividade, aumenta o sendo crítico, melhora assim sua forma de se comunicar, organizar, prevenir, e te abre portas para o mundo.

Eu comecei essa minha nova jornada de leitura, na verdade, no final do ano passado. E estou megaaaa viciada nisso. Acordo as cinco e cinquenta da matina, e de seis às sete da manhã eu fico sentadinha no sofá, lendo algum dos livros, grifando partes que quero relembrar posteriormente, pensando em algumas coisinhas, e também aproveito para assistir a um ou outro vídeo de aulas de inglês britânico que estou fazendo pela Future Learn. Super indico! O curso é de graça e eu não só estou treinando pra caramba o meu ouvido com o inglês britânico e revisando gramática, como estou aprendendo sobre várias peculiaridades da cultura britânica e da língua inglesa pelo mundo.

Um dos livros que estou lendo é “O poder do hábito”, do Charles Duhigg. Mal comecei a ler o livro, mas ele já vem fazendo muito sentido pra mim. O próprio hábito que eu criei a pouco menos de dois meses, de acordar cedo para ler, é um exemplo disso. O problema é que alguns hábitos viciam... E eu estou viciadíssima, com muita sede de conhecimento! Quero ler o tempo inteiro! Eu estou viciada não apenas nas leituras, mas também na vontade de cumprir com a lista de livros que programei para este ano, e quem sabe ainda sobrar um tempinho para um extra. Neste caso é um ótimo hábito, certo? (Eu acho..!)

Um trecho deste livro diz o seguinte: “É assim que novos hábitos são criados: juntando uma deixa, uma rotina, e então cultivando um anseio que movimente o loop. Pense no exemplo do cigarro. Quando um fumante vê uma deixa - digamos um maço de Marlboro -  seu cérebro começa a esperar uma dose de nicotina. A simples visão de um cigarro é suficiente para que o cérebro anseie por uma dose de nicotina. Se essa dose não chega, o anseio cresce até que o fumante, sem pensar, estenda a mão e pegue o cigarro”.


A simples visão de um novo título de um livro qualquer tem sido suficiente para eu querer saber mais detalhes sobre ele, e quem sabe já levá-lo pra casa, ou mesmo começar a curtir um pouco dele ali mesmo na livrara. Ah, hábitos...! Vocês são demais! 

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